Foi então que eles se perderam.
Perderam a comunicação, a ligação, a cumplicidade.
Eles se perderam no vão, no chão, na escuridão.
Se perderam nas palavras duras e frias, nas brigas, nas discussões.
Se perderam nas idas e vindas, nos perdoes, nos portões do paraíso.
Eles lutam pra se reerguerem, pra se verem, pra se manterem,
Eles lutam por uma causa, por um motivo, por alguém.
Eles lutam pelos sonhos, pelos desejos, pelas vontades e atitudes.
Eles tem atitude, disposição mas nem sempre paciência.
Sim, eles continuam se perdendo um no outro, um mais fraco outro mais forte,
Mas ainda juntos, intactos, parados, abertos.
Ainda não se conhecem o bastante, num instante na estante é o bastante, por enquanto.
Eles se caçam, se bebem, se comem, se esvaziam e secam.
Eles se molham na chuva, na rua, na largada final do posto 6.
Eles se olham, se sentem, se dobram, se perguntam e choram.
Eles são fortes.
Há quem diga que vai durar, há quem acredita que vá acabar
Mas eles apenas vivem, se adoram, se amam e comemoram.
Nossa, há um bom tempo juntos, sortudos, justos, contudo.
Dias ruins, dias bons, com sons, dons e palavras perdidas.
Eles perderam a paciência, a palavra, o sentimento e o cordão.
Mas não perderam o amor, o calor, o ardor da ingenua flor que desabrocha.
Ainda estão juntos, mas não se preocupam com o futuro.
Num presente incerto, deserto, sem teto, certo, entendo.
Eles precisam de tempo, de lugares e oportunidades.
E a saudade que insiste em bater nos dois, a dois, ou dois, nem foi.
Eles não se perdem, se encontram.
É, eles se amam!
Perderam a comunicação, a ligação, a cumplicidade.
Eles se perderam no vão, no chão, na escuridão.
Se perderam nas palavras duras e frias, nas brigas, nas discussões.
Se perderam nas idas e vindas, nos perdoes, nos portões do paraíso.
Eles lutam pra se reerguerem, pra se verem, pra se manterem,
Eles lutam por uma causa, por um motivo, por alguém.
Eles lutam pelos sonhos, pelos desejos, pelas vontades e atitudes.
Eles tem atitude, disposição mas nem sempre paciência.
Sim, eles continuam se perdendo um no outro, um mais fraco outro mais forte,
Mas ainda juntos, intactos, parados, abertos.
Ainda não se conhecem o bastante, num instante na estante é o bastante, por enquanto.
Eles se caçam, se bebem, se comem, se esvaziam e secam.
Eles se molham na chuva, na rua, na largada final do posto 6.
Eles se olham, se sentem, se dobram, se perguntam e choram.
Eles são fortes.
Há quem diga que vai durar, há quem acredita que vá acabar
Mas eles apenas vivem, se adoram, se amam e comemoram.
Nossa, há um bom tempo juntos, sortudos, justos, contudo.
Dias ruins, dias bons, com sons, dons e palavras perdidas.
Eles perderam a paciência, a palavra, o sentimento e o cordão.
Mas não perderam o amor, o calor, o ardor da ingenua flor que desabrocha.
Ainda estão juntos, mas não se preocupam com o futuro.
Num presente incerto, deserto, sem teto, certo, entendo.
Eles precisam de tempo, de lugares e oportunidades.
E a saudade que insiste em bater nos dois, a dois, ou dois, nem foi.
Eles não se perdem, se encontram.
É, eles se amam!

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